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Brazil
Short-Tailed Opossum Websites

Names in Brazil for STO vary, and seem to involve names like "catita" and "cuica".
However, those words are also used for other small opossums, not just
Monodelphis domestica.
To preserve the information even if the website disappears,
I've included an excerpt of the opossum-related text.
Aves no Campus - Glossario
Defunct - The URL used to be http://www.bibvirt.futuro.usp.br/especiais/aves_no_campus/glossario.html
Appears to have a paragraph about marsupials and
opossums.
Marsupiais: mamíferos que pertencem à subclasse Theria, infraclasse
Matatheria, subordem Marsupialia. A gestação da fêmea é muito curta e os
filhotes nascem antes de completar o desenvolvimento embrionário. Em
conseqüência, passam semanas presos aos mamilos da mãe, alimentando-se
enquanto se desenvolvem. Algumas espécies possuem uma bolsa (marsúpio) que
protege os filhotes durante o tempo em que estão presos aos mamilos. Existem
marsupiais nas Américas ( ex: gambá, rata-catita e cuíca) e na região
Australiana (ex: canguru e coala).
About the mouse opossum "Marmosa incana". Gives names as catita, guaiquica and
cuica. "Catita" and "cuica" are commonly used names for STO as well. Has a cute
picture of the mouse opossum.
-Nome Popular:Catita, guaiquica, cuica.- Família:Didelphidae.-Nome
Cientifico:Marmosa incana.-Habitat:Vive em lugares úmidos, nas matas de
galeria dos cerrados e na Mata Atlântica, principalmente na região Leste do
Brasil. Hábitos Alimentares:Alimenta-se de frutas e insetos queCaça no chão
e nas árvores. -Reprodução:Depois de apenas 14 dias de gestação, mamãe
catita dá â luz uma ninhada de cerca de 8 filhotinhos que nascem ainda muito
pouco desenvolvidos. Eles logo se agarram ao pelo da mãe e procuram se
aninhar em sua barriga, onde permanecem até completar seu
desenvolvimento.Particularidades:É um representante dos marsupiais
brasileiros, da mesma familia dos gambás e outras cuicas. Não possui a bolsa
tipica dos marsupiais, grupo a que pertence também o canguru australiano.
Tem hábitos noturnos e solitários, passando os dias escondida na toca. Seu
periodo de vida é apenas de 1 a 2 anos.
Ciencia Hoje das
Criancas
Appears defunct: the URL used to be http://www2.uol.com.br/cienciahoje/chc/chc108a1.htm
Also appears to be about the mouse opossum "Marmosops incanus",
and gives the common name as "catita". Says the common name for "Caluromys
philander" (another small South American opossum) is "cuíca-lanosa" Has pictures
of the mouse opossum and another small looking rodent or opossum.
Pequenos moradores das árvores Marmosops incanus é um mamífero arborícola
que pesa de 50 a 130 gramas Entusiasmadas com cenas de filmes e desenhos
animados, muitas crianças sonham em construir, no alto das árvores, uma casa
para servir de sede a um clubinho ou simplesmente para se esconder dos pais
quando fazem alguma arte. Existem pequenos mamíferos que vivem nas árvores
da Mata Atlântica andando de galho em galho para conseguir comida e dormindo
em casas construídas nos troncos. Ou seja, levando a vida que muitos meninos
e meninas, em seus sonhos de criança, poderiam achar o máximo! Você quer
conhecê-los? Macacos, esquilos, preguiças e ouriços são os mais populares
mamíferos que vivem exclusivamente em árvores, sendo, por isso, chamados
arborícolas. Esses animais são classificados de maneira informal como
pequenos, médios e grandes. Por realizarem suas atividades durante a noite,
aqueles classificados como pequenos constituem as espécies menos conhecidas.
Eles são leves, bastante rápidos para escalar os troncos e, assim como seus
parentes maiores, têm uma cauda longa que se enrola nos galhos, deixando que
eles fiquem com as patas livres para comer, por exemplo. Por falar em patas,
os pequenos mamíferos arborícolas têm coxins desenvolvidos, isto é, mãos e
pés fofos como almofadas, para evitar que eles se machuquem quando estiverem
subindo nas árvores. Têm ainda olhos saltados e bigodes (denominados
cientificamente como vibrissas) muito compridos. O roedor arborícola
(esq.) tem olhos saltados e vibrissas longas. Já no roedor terrestre (dir.),
os olhos são pequenos e as vibrissas curtas Esses animais estão divididos em
duas ordens: roedores, que conseguem comer frutas de casca mais dura por
conta de seus dentes incisivos fortes, e marsupiais, que, depois de nascerem,
passam um período na bolsa que a mãe tem na barriga, o marsúpio, até estarem
prontos para andar e se alimentar sozinhos - como acontece com o nosso gambá
e o canguru australiano, que, embora não vivam em árvores, são os marsupiais
mais conhecidos. Os pequenos mamíferos arborícolas não têm muitos nomes
populares. Alguns marsupiais são chamados de cuícas, gambazinhos, catitas,
guaiquicas, cuícas-lanosas. Entre essas espécies existem algumas muito
pequenas, medindo apenas 13 centímetros sem contar a cauda, que pode variar
bastante de uma espécie para outra. Já o peso desses animais oscila entre 50
gramas, como o Marmosops incanus (popular catita), e 130 gramas, como o
Caluromys philander (popular cuíca-lanosa). Há algumas vantagens em ser um
mamífero arborícola. A primeira delas é que aqueles que comem folhas, brotos,
flores e frutos estão mais próximos de seu alimento. Para esses animais, as
árvores são também mais seguras que o chão: nelas, eles podem esconder-se de
predadores e fazer seus ninhos. Por incrível que pareça, locomover-se nas
árvores da Mata Atlântica para esses pequenos mamíferos pode ser mais fácil
do que no chão, pois normalmente a floresta apresenta o solo muito
irregular, com muitas raízes, pedras, galhos caídos, além de uma densa
vegetação rasteira.
Jornada
de Biologia
Appears defunct: the URL used to be http://www.icbs.pucminas.br/eventos/jornadabio/xiii_46.htm
Seems to be something about the animals of a protected area. It
mentions many types of the South American opossums - Didelphis, Caluromys, Gracilinanus, Marmosops, Philander, etc.
XIII Jornada de Biologia - 13 à 17 de Setembro de 1999 Resumo 46
MAMÍFEROS DA ÁREA DE PROTEÇÃO ESPECIAL DO BARREIRO-COPASA. 1Teixeira, C.P.;
1Fantauzzi, L.H.; 2Silva, C.B.; 3Duarte, A.P.G.; 3Morais, C.M.G.; 4Câmara,
E.M.V.C.; 5Talamoni, S.A. O presente estudo foi realizado na Área de
Proteção Especial do Barreiro-COPASA que está inserida no Parque Estadual
Serra do Rola Moça com área de 1.406 ha. O trabalho teve como objetivo o
levantamento da mastofauna local e foi realizado no período de julho de 1998
à julho de 1999. Utilizou-se o método de captura, marcação e recaptura, com
uso de armadilhas galvanizadas distribuídas em três áreas ( cerrado, campo e
mata ) para a identificação de pequenos mamíferos, e visualização e
observação de vestígios ( pegadas, fezes, carcaças, pêlos, ossadas, etc. )
para o registro de mamíferos de médio e grande porte. No levantamento de
Chiroptera utilizou-se redes do tipo mist-nets. Registrou-se 37 espécies de
mamíferos, sendo que 19 foram capturadas e 18 registradas através de
vestígios, visualizações e ou informação. Foram identificadas as seguintes
espécies: Caluromys philander, Didelphis albiventris, Gracilinanus agilis,
Marmosops incanus, Monodelphis domestica, Monodelphis sp.,
Philander opossum, Dasypus sp. Cabassous sp., Euphractus sexcinctus,
Tamandua tetradactyla, Carollia perspicillata, Eptesicus brasiliensis,
Histiotus velatus, Callithrix penicillata, Cerdocyon thous, Chrysocyon
brachyurus, Nasua nasua, Procyon cancrivorus, Eira barbara, Herpailurus
yaguaroundi, Leopardus pardalis, Leopardus sp., Mazama gouazoupira, Sciurus
aestuans, Akodon cursor, Bolomys lasiurus, Calomys tener, Oligoryzomys
eliurus, Oligoryzomys sp.1, Oligoryzomys sp. 2, Oryzomys subflavus, Oryzomys
sp., Rhipidomys mastacalis, Coendou villosus, Agouti paca e Sylvilagus
brasiliensis. C. tener, espécie endêmica de cerrado foi capturado no campo e
no cerrado. Encontrou-se registros de quatro espécies ameaçadas de extinção,
segundo a lista oficial de Minas Gerais (C. brachyurus, L. pardalis, T.
tetradactyla e Cabassous sp.) e duas espécies ameaçadas de extinção segundo
a lista oficial do IBAMA (C. brachyurus, L. pardalis). Essas espécies sofrem
constantes pressões externas, devido ao fato da área estar inserida dentro
da região metropolitana de Belo Horizonte, entretanto as matas de fundo de
vale representam um importante refúgio, principalmente para as espécies de
médio e grande porte, servindo de corredores de dispersão e minimizando a
pressão antrópica. Portanto maior atenção a preservação dessas áreas deve
ser dada. Apoio financeiro: FIP-98/31-P. 1- Bolsista FIP/PUC Minas; 2-
Bolsista Museu de Ciências Naturais; 3-Acadêmico Ciências Biológicas PUC
Minas 4- Museu de Ciências Naturais PUC Minas 5- Programa de Mestrado em
Zoologia de Vertebrados, PUC Minas. Última atualização: 10 de Setembro de
1999
Levantamento
Preliminar da Fauna do Demene
Appears defunct: the URL used to be http://www.ecof.org.br/projetos/demene/faun2.html
Lists of animals, something Amazon-related
perhaps. Gives local names for several, including "Cuica" for both Marmosa and
Micoureus, and "Catita" for Monodelphis brevicaudata (a close cousin of our
STO).
Rio Deme Um Caminho Para A Amazonia. Levantamento Preliminar da Fauna do
Demene. MAMÍFEROS. Nome Científico. Nome Vernacular DIDELPHIDAE:
- Marmosa murina Cuíca
- Monodelphis brevicaudata Catita
- Didelphis marsupialis Gambá
- Metachirus nudicaudatus Jupati
- Micoureus cinereus Cuíca
- Philander sp Mucura
Tabela 11
Appear defunct: the URL used to be http://www.semarh.df.gov.br/site/cap15/11.htm
Seems
to be some species information.
TABELA 11 - LISTA DAS ESPÉCIES DE MAMÍFEROS MAIS COMUNS DO DISTRITO
FEDERAL COM OCORRÊNCIA NA ÁREA DO LAGO PARANOÁ, NOS TRÊS DIFERENTES LOCAIS
DE AMOSTRAGENS
| TAXA |
NOME POPULAR
|
Lago Paranoá
|
Jardins e pomares
|
Áreas naturais
|
|
MARSUPIALIA (04)
|
| Didelphidae (04) |
| Chironectes minimus |
Cuíca-d'água
|
X
|
—
|
X
|
| Didelphis albiventris |
Gambá, saruê, mucura
|
—
|
X
|
X
|
| Gracilinanus agilis |
Catita
|
—
|
O
|
X
|
| Philander opossum |
Cuíca-quatro-olhos-cinza
|
—
|
O
|
X
|
| |
Legenda:
( X ) = comum;
( O) = ocasionalmente;
( + ) = provável ocorrência;
( # ) = espécie exótica;
( * ) = espécie ameaçada de extinção.

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